Câmara Municipal de Lisboa:
Pesquisar neste site: 
Estatuária e Escultura - Chiado
Início > Arte Pública > Estatuária e escultura > Perguntas Frequentes
 
Perguntas Frequentes
Escultura palavra que é oriunda do latim sculptura e que etimologicamente significa talhar, gravar em função da realização de obras tridimensionais, obtidas a partir de uma matéria preexistente a que vulgarmente se chama bloco, sobretudo quando se trata da pedra. Toda a estátua é escultura mas nem toda a escultura é estátua, porque o termo estátua pressupõe tratarmos de aspecto figurativo, referente a uma figura enquanto que uma peça abstracta não pode ser classificada de estátua mas sim de escultura, termo esse mais genérico.
Há a necessidade de discutir o conceito de estatuária, de monumento, de comemoração, de alegoria e personificação num contexto esteticamente moderno (conceptual e pós-conceptual) e pós-moderno. Ao limite toda a obra concebida pode ser instalada num lugar público, mantendo uma presença física, desencadeando valores de ordem simbólica, plástica e estética num espaço colectivo, poder ser considerado de «arte pública». Porém, estas manifestações não se associam ao conceito de «arte pública» que classifica algumas intervenções no espaço público nas últimas décadas, mas antes de «monumento» que, segundo a etimologia latina, se refere a uma obra exposta publicamente para perpetuar a memória de um facto ou de uma personalidade notável. Toda a obra concebida para ser instalada num lugar público é arte pública. É necessário clarificar para entender melhor o conceito. Há quem considere «arte pública» a obra que se encontra em domínio público, isto é, a sua contemplação seja livre, mesmo pertencendo ao domínio privado. Neste caso, «a arte pública» veio substituir, num determinado momento, o monumento. Há outro ponto de vista em que as obras de «arte pública» são projectos efémeros, mais precários, que existem num determinado período, mas sobretudo não existem para ficarem. São obras que não têm a consistência necessária para se eternizarem. Desvinculada do anterior conceito de estatuária, a «arte pública» talvez procure então através das suas intervenções site specific concretizar as exigências de um novo espaço urbanístico, um espaço que reivindica cada vez mais referências estéticas para lhe conferir uma identidade, qualificando ou requalificando simultaneamente o conceito de cidade contemporânea, passando assim a reinventar novas leituras do espaço. Vale a pena acrescentar que a «arte pública» está longe de se limitar ao conceito de escultura. Ainda que dominante, o conceito estende-se a outras áreas artísticas e não está centrado exclusivamente no objecto estético, mas tem-se caminhando para um conceito mais amplo como o é da intervenção social.
Há a necessidade de discutir o conceito de estatuária, de monumento, de comemoração, de alegoria e personificação num contexto esteticamente moderno (conceptual e pós-conceptual) e pós-moderno. Ao limite toda a obra concebida pode ser instalada num lugar público, mantendo uma presença física, desencadeando valores de ordem simbólica, plástica e estética num espaço colectivo, poder ser considerado de «arte pública». Porém, estas manifestações não se associam ao conceito de «arte pública» que classifica algumas intervenções no espaço público nas últimas décadas, mas antes de «monumento» que, segundo a etimologia latina, se refere a uma obra exposta publicamente para perpetuar a memória de um facto ou de uma personalidade notável. Toda a obra concebida para ser instalada num lugar público é arte pública. É necessário clarificar para entender melhor o conceito. Há quem considere «arte pública» a obra que se encontra em domínio público, isto é, a sua contemplação seja livre, mesmo pertencendo ao domínio privado. Neste caso, «a arte pública» veio substituir, num determinado momento, o monumento. Há outro ponto de vista em que as obras de «arte pública» são projectos efémeros, mais precários, que existem num determinado período, mas sobretudo não existem para ficarem. São obras que não têm a consistência necessária para se eternizarem. Desvinculada do anterior conceito de estatuária, a «arte pública» talvez procure então através das suas intervenções site specific concretizar as exigências de um novo espaço urbanístico, um espaço que reivindica cada vez mais referências estéticas para lhe conferir uma identidade, qualificando ou requalificando simultaneamente o conceito de cidade contemporânea, passando assim a reinventar novas leituras do espaço. Vale a pena acrescentar que a «arte pública» está longe de se limitar ao conceito de escultura. Ainda que dominante, o conceito estende-se a outras áreas artísticas e não está centrado exclusivamente no objecto estético, mas tem-se caminhando para um conceito mais amplo como o é da intervenção social.
As obras não são colocadas na rua, no exterior, apenas para tornar os espaços mais bonitos. A arte que é posta cá fora é também um convite à reflexão. Assiste-se hoje em dia a um renovar do conceito de «escultura», conceito que se dilata a uma diversidade de experiências sejam ao nível da representação, sejam ao nível dos materiais.

Tem alguma questão para nós?

Envie-nos uma mensagem com a sua questão para dmc.dpc@cm-lisboa.pt

© 2008 Câmara Municipal de Lisboa
União Europeia - FEDER
POS_Conhecimento
Câmara Municipal de Lisboa