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Azulejaria como Design Gráfico |
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Azulejaria como Arte Publica |
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|  |  | Azulejaria como Arte Pública: 1901 - 1932 O azulejo de produção fabril em série e, paralelamente, o de criação autoral, com gramáticas ecléticas, revivalistas e naturalistas, revestindo fachadas, valorizam plasticamente o espaço público, mas ... |  | Azulejaria como Arte Pública: 1933 – 1949 Assiste-se a uma revalorização dos valores culturais portugueses, à conciliação entre tradição e modernidade, por acção do Secretariado Nacional de Propaganda, dirigida por António Ferro, sendo a ... |  | Azulejaria como Arte Pública: 1950 – 1973 Reintegração moderna do azulejo que aparece com carácter inovador na paisagem urbana, na sequência da acção de arquitectos como Francisco Keil do Amaral, Fernando Távora e outros, que perceberam as ... |  | |
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|  |  | Azulejaria de Fachada: 1850 – 1900 Após um período de crise decorrente das invasões francesas e das lutas liberais, que se reflectiu na reduzida produção e utilização do azulejo, assiste-se, desde meados do século XIX, a uma nova ... |  | Azulejaria de Fachada: 1901 – 1920 O gosto Arte Nova embeleza frisos, barras e frontões de fachadas. O azulejo de padrão tende a desaparecer, visto que este estilo nascia também como reacção contra a produção industrial seriada ... |  | Azulejaria de Fachada: 1921 – 1948 O azulejo de revestimento das fachadas de prédios é quase inexistente, sendo preterido por materiais mais clássicos como a pedra, face à imposição dos modelos arquitectónicos nacionalistas então ... |  | Azulejaria de Fachada: 1949 – 1973 Num contexto moderno inicia-se a recuperação do azulejo de fachada, sendo a figura do arquitecto incontornável nesse processo de reabilitação ... |  | Azulejaria de Fachada: 1974 à actualidade A aplicação em Lisboa, do azulejo de padrão para o revestimento das fachadas dos edifícios de habitação, foi de modo geral exígua nos anos 80 e 90, salvo um ou outro caso, como o revestimento de um ... |
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