
O azulejo de revestimento das fachadas de prédios é quase inexistente, sendo preterido por materiais mais clássicos como a pedra, face à imposição dos modelos arquitectónicos nacionalistas então vigentes. A partir de 1933, o Secretariado Nacional de Propaganda, criado por António Ferro, dentro de um “modernismo moderado” promove os valores tradicionais, nobilitando de certa forma o azulejo, no entanto, este continua ausente dos projectos arquitectónicos.