
Após um período de crise decorrente das invasões francesas e das lutas liberais, que se reflectiu na reduzida produção e utilização do azulejo, assiste-se, desde meados do século XIX, a uma nova realidade económica e política que criou então condições para o aparecimento de novas fábricas de produção cerâmica. Generalizou-se então o emprego de azulejos de padrão semi-industralizados e industralizados, principalmente, os estampilhados e os estampados, que foram muito comuns no revestimento de casas de rendimento.