Azulejaria como Arte Pública: 1950 – 1973
Reintegração moderna do azulejo que aparece com carácter inovador na paisagem urbana, na sequência da acção de arquitectos como Francisco Keil do Amaral, Fernando Távora e outros, que perceberam as potencialidades do azulejo na arquitectura. Neste contexto, artistas plásticos associam-se aos projectos, como Maria Keil, responsável por um dos grandes painéis da Avenida Infante Santo, e que irá desempenhar também relevante papel no programa decorativo azulejar das estações do Metropolitano de Lisboa, inauguradas entre 1959 e 1972.