
O azulejo de produção fabril em série e, paralelamente, o de criação autoral, com gramáticas ecléticas, revivalistas e naturalistas, revestindo fachadas, valorizam plasticamente o espaço público, mas sem o carácter de encomenda para este efeito. No entanto, nas décadas de 20 e 30 o azulejo como elemento decorativo está ausente nos projectos arquitectónicos.